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segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Palácio de São Bento - Assembleia da República

O Palácio de São Bento, é um majestoso edifício de estilo neoclássico situado em Lisboa, e é a sede do Parlamento de Portugal desde 1834. O Palácio tem as suas origens no primeiro mosteiro beneditino edificado em Lisboa, remontando a sua construção ao ano de 1598. O edifício, marcado por uma arquitectura de estilo chão, assentava numa planta quadrada com 4 claustros, uma igreja com capelas laterais, ladeada por duas torres, dormitórios, barbearia, cozinha, refeitório, adegas, lagar, forno e oficinas. O convento sofreu alguns danos com o terramoto de 1755, mas foi com a Revolução Liberal de 1820 e a extinção das ordens religiosas em 1834 que a vida conventual sofreu a grande derrocada, sendo o edifício afecto à instalação do Palácio das Cortes, ou Parlamento. Foi entregue ao arquitecto Possidónio da Silva a responsabilidade de uma abreviada adaptação do espaço religioso às necessidades do novo propósito sendo aproveitada a Sala do Capítulo para instalação da Câmara dos Pares e feita de raiz a Câmara dos Deputados. Após o incêndio de 1895, iniciou-se a reconstrução do edifício com projecto de Ventura Terra que acabaria por remodelar não apenas a sala, mas quase todo o edifício, conferindo-lhe uma dimensão monumental, bem distante do discreto estilo conventual. Outros arquitectos ficaram com a responsabilidade da reformulação da zona envolvente do Palácio, como Cristino da Silva, e de obras pontuais no interior, como António Lino. Durante os 50 anos em que decorreram as obras, foram criadas a antecâmara dos Deputados, a Sala dos Passos Perdidos, a Escadaria Nobre, a Biblioteca Parlamentar e o Salão Nobre.



Convento de Mafra - Arte Sacra

Mandado edificar por D. João V em 1711, é o mais sumptuoso convento e monumento barroco português. É o paradigma do reinado mais rico da história de Portugal, graças ao ouro vindo do Brasil. O monumento insere-se no denominado barroco joanino, e é inspirado no modelo espanhol e filipino de S. Lourenço do Escurial, numa articulação harmoniosa de três componentes distintas: palácio real, convento e igreja. Na parte norte deste monumento podemos encontrar a Colecção de Arte Sacra que possui objectos como relicários e lampadários, para além das maquetas das esculturas da Escola de Escultura de Mafra. A entrada para esta surpreendente colecção de arte sacra é a mesma do Palácio Real.


Horários do Palácio:
Verão
Das 10h00 às 18h00  (última entrada ás 17h15)
Núcleo de Arte Sacra e Enfermaria encerra das 12h45 às 14h00
Inverno 
Das 09h30 às 17h30 (última entrada ás 16h45)
Núcleo de Arte Sacra e Enfermaria encerra das 12h45 às 14h00
Encerramento 
Ás terças-feiras; e nos dias 1 de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio e 25 de dezembro

Palácio Nacional de Mafra

Mandado construir por D. João V na primeira metade do séc. XVIII, em consequência de um voto que o jovem rei fizera se a rainha D. Maria Ana de Áustria lhe desse descendência, o Palácio de Mafra é o mais significativo monumento do barroco em Portugal, integrando um Paço Real, uma Basílica, um Convento Franciscano e uma importante Biblioteca, síntese do saber enciclopédico do séc. XVIII. 


A direcção da obra coube a João Frederico Ludovice, ourives alemão, com formação de arquitectura em Itália, que adoptou um modelo barroco classicizante, inspirado na Roma papal, e de influência berniniana, onde não faltam igualmente elementos borrominianos, nomeadamente nas torres, e algumas influências germânicas. As obras iniciaram-se em 1717, ano do lançamento da primeira pedra, e a 22 de Outubro
 de 1730, dia do 41º aniversário do rei, procedeu-se à sagração da basílica.

O maior tesouro de Mafra é a biblioteca, com uma colecção de mais de 40 000 livros com encadernações em couro gravadas a ouro, incluíndo uma primeira edição de Os Lusíadas de Luís de Camões.

No reinado de D. João VI o Palácio foi habitado durante todo o ano de 1807, antes da partida da corte para o Brasil, e a ele se deve a renovação decorativa de algumas das salas mais importantes.
A maior parte do tempo, todavia, o Palácio-Convento foi visitado apenas esporadicamente e o mesmo se passou depois de regressada a corte a Portugal. Daqui partiu para o exílio o último rei português, D. Manuel II, a 5 de Outubro de 1910, depois de proclamada a República.


Horários do Palácio:
Verão
Das 10h00 às 18h00  (última entrada ás 17h15)
Núcleo de Arte Sacra e Enfermaria encerra das 12h45 às 14h00
Inverno 
Das 09h30 às 17h30 (última entrada ás 16h45)
Núcleo de Arte Sacra e Enfermaria encerra das 12h45 às 14h00
Encerramento 
Ás terças-feiras; e nos dias 1 de janeiro, domingo de Páscoa, 1 de maio e 25 de dezembro


Palácio Nacional de Sintra

Também conhecido por Paço Real ou Palácio da Vila, o Palácio Nacional de Sintra ergue-se na Praça da República, o «centro do centro» histórico de Sintra. As duas grandes chaminés geminadas, vindas da cozinha do Palácio, constituem a sua imagem de marca e dominam a paisagem de todo o centro histórico da Vila.


Começou por ser um Palácio mouro e, ao longo das várias épocas, diversos corpos novos foram acrescentados à sua estrutura inicial. Hoje, é um dos mais importantes exemplares da arquitectura realenga em Portugal, para sempre ligado aos períodos mais significativos da História do nosso país. Por tudo isto, tem a classificação de Monumento Nacional e é frequentemente utilizado para cenário de eventos culturais ou encontros oficiais.

Aberto das 09h30 às 19h00

Preços:
Bilhete adulto (de 18 a 64 anos) – 9,50 euros
Bilhete jovem (de 6 a 17 anos) – 7,5 euros
Bilhete sénior (maiores de 65 anos) – 8,5 euros

Telefone: +351 219 237 300 / e-mail: npa@parquesdesintra.pt.
Aberto todos os dias do ano (excepto 25 de Dezembro e 1 de Janeiro)
das 09h30 às 18h00 - último bilhete às 17h30
A época baixa da Parques de Sintra termina no dia 28 de fevereiro de 2014



Palácio Nacional de Queluz

A data da sua construção remonta a 1747, quando o Infante D. Pedro III, futuro rei, ordenou a sua edificação, com base numa casa de campo que havia pertencido ao Marquês de Castelo Rodrigo, no século XVII. 


O corpo principal do Palácio só ficou terminado depois do casamento de D. Pedro com D. Maria Francisca, mais tarde a rainha D. Maria I, em 1758. Tanto os salões do Palácio, como os seus jardins, foram profusamente enfeitados com ornamentos barrocos, tornando-o um excelente exemplar do modo de vida da sociedade barroca setecentista.

Frequentemente comparado com o Palácio de Versailles, em França, o palácio Nacional de Queluz preserva, no entanto, uma forte identidade portuguesa e continua a ser um dos cenários preferidos do Governo para recepções oficiais e reuniões de Chefes de Estado internacionais.

Época Baixa
Jardins e Palácio Nacional de Queluz: 8,5€/adulto
Jardins do Palácio Nacional de Queluz: 3,5€/adulto
Descontos para jovens, seniores, famílias e grupos.
Telefone: +351 219 237 300 / e-mail: npa@parquesdesintra.pt.
Aberto todos os dias do ano (excepto 25 de Dezembro e 1 de Janeiro)
das 09h00 às 17h30 - último bilhete às 17h00
A época baixa da Parques de Sintra termina no dia 28 de fevereiro de 2014



Parque e Palácio da Pena

Situa-se a cerca de 4,5 km do centro histórico de Sintra e é o mais completo e belo exemplar da arquitectura portuguesa do Romantismo. A sua edificação data de 1839, altura em que o rei consorte D. Fernando II de Saxe Coburgo-Gotha, adquiriu as ruínas do Mosteiro Jerónimo de Nossa Senhora da Pena para as adaptar a um palacete. 

A obra foi dirigida pelo Barão de Eschwege, que se inspirou nos palácios da Baviera, para criar um edifício singular que conjuga influências «wagnerianas» de outros castelos no centro da Europa, com os traços mouriscos e os motivos góticos e manuelinos. Um verdadeiro «palácio de princesas» no cimo da serra de Sintra.Implantado no topo da serra e fruto do génio criativo de D. Fernando II, o Parque e o Palácio da Pena são o expoente máximo, em Portugal, do Romantismo do séc. XIX, constituindo o mais importante pólo da Paisagem Cultural de Sintra - Património Mundial. Construído a partir de 1839 em torno das ruínas de um antigo Mosteiro Jerónimo erigido no século XVI por D. Manuel I, o Palácio incorpora referências arquitectónicas de influência manuelina e mourisca que produzem um surpreendente cenário “das mil e uma noites”. Em torno do Palácio, o Rei plantou, com espécies vindas de todo o mundo, o Parque da Pena (85ha) que é o mais importante arboreto existente em Portugal.Depois de visitar a Pena, o compositor Richard Strauss escreveu: “Today is the happiest day of my life. It's the most beautiful thing I've seen. This is the true Klingsor Garden – and there, up on high, is the Holy Grail Castle.”Hoje é possível desfrutar deste riquíssimo património natural, através de percursos livres ou orientados, numa experiência inesquecível. Para a construção do Palácio foram aproveitadas as ruínas de um convento quinhentista existente no topo da serra, que foi adquirido por D. Fernando II. Este imóvel degradado terá exercido em D. Fernando um enorme fascínio emanado da sua educação germânica que pressupunha a valorização estética das ruínas de acordo com o imaginário romântico da época. O projecto inicial era, apenas, a recuperação do edifício para residência de Verão da família real, muito embora o entusiasmo o tenha levado a decidir-se pela construção de um Palácio.No parque, a expressão da estética romântica alia a busca do exotismo ao fascínio pela impetuosidade da natureza. Foi por entre caminhos sinuosos que, por iniciativa de D. Fernando II, se deu início à plantação deste parque que compreende um elenco florístico insólito, composto por espécies florestais nativas da Europa, associadas a muitas outras originárias de regiões distantes, em especial da América do Norte, da Ásia e da Nova Zelândia. Ao longo dos percursos e caminhos, sucedemse as sequóias, as tuias, as faias, as magnólias e as cameleiras que se destacam pela sua imponência, monumentalidade e beleza. Constituem também pontos de referência, nos diversos percursos possíveis através dos trilhos do parque, a Cruz Alta, o Alto de Sto. António, o Alto de Sta. Catarina, a Gruta do Monge, a Fonte dos Passarinhos, a Feteira da Rainha e o Vale dos Lagos. O arvoredo enquadra pavilhões e pequenas edificações que proporcionam viagens no tempo e no espaço, compondo um cenário de inigualável beleza natural, mas também de grande relevância histórica e patrimonial.


Horários:
Aberto todos os dias do ano (exceto 25 de dezembro e 1 de janeiro)
Parque da Pena: 9h30 – 20h00 (último bilhete: 19h00)
Palácio da Pena: 9h45 – 19h00 (último bilhete: 18h15)
Terraço: 9h45 – 19h30 (último bilhete: 18h45)

Época Alta
Parque e Palácio da Pena: 14€/adulto
Parque da Pena: 7,5€/adulto
A época alta termina dia 25 de outubro de 2014
Época Baixa
Parque e Palácio da Pena: 11€/adulto.
Parque da Pena: 6€/adulto
A época baixa da Parques de Sintra termina no dia 28 de fevereiro de 2014
Descontos para jovens, seniores, famílias e grupos.
Telefone: +351 219 237 300 / e-mail: comercial@parquesdesintra.pt.



Palácio do Marquês de Pombal Conde de Oeiras

Com traçado arquitectónico de Carlos Mardel, o Palácio e os jardins terão sofrido durante a sua construção a influência da esposa do Marquês, Leonor de Daun. A moderna arquitectura do tempo, de que eram principal exemplo os jardins do Palácio de Versalhes, também deixou marcas na construção do edifício. 

A beleza deste edifício não se fica pelas suas linhas exteriores. As suas salas e terraços são uma agradável surpresa para quem os visita.
Todos os tectos são decorados com pinturas e estuques em relevo da autoria de João Grossi, não se podendo destacar nenhuma, uma vez que todas são diferentes e alusivas à utilização de cada sala.
De destacar sim, a capela dedicada a Nossa Senhora das Mercês, cujos estuques são de rara beleza e perfeição. O azulejo tem também no seu interior um lugar de importante destaque.  O Palácio apresenta ainda um recheio precioso, com telas de André Gonçalves e estátuas de Machado de Castro.
No exterior, o terraço é preenchido por alinhamentos de estátuas, diversa vegetação ornamental e por duas Araucárias, visíveis a grande distância, uma vez que se sobrepõem bastante aos telhados do Palácio.
No Palácio funciona ainda o Instituto Nacional de Administração, embora o Palácio tenha sido já adquirido pelo Município.